terça-feira, 16 de setembro de 2014
um, dois, três...
Uma vez li que o primeiro filho é de cristal, o segundo de madeira e o terceiro de borracha...
Não quero ter mais um, acho que dois - duas, na verdade - tá ótimo. Pelo menos pra mim. Filho é um presente de Deus, uma maravilha, te faz despertar sentimentos que tu nem sabia que existiam: amor incondicional, alegrias bobas, felicidade intensa - e por outro lado, perda de paciência, frustração e culpa. Nem tudo são flores.
Mas voltando às diferenças entre os filhos, realmente. Com a Nina eu tinha medo de tanta coisa, como cair e bater a cabecinha, prender o dedinho na porta, tudo me apavorava. Quando ela era pequena eu trabalhava e ela ficava com meus pais, mas quando eu tava junto era sempre correndo atrás com medo de ela se machucar de algum jeito. Lembro que uma vez estávamos em Pelotas e ela saiu correndo em direção ao portãozinho da casa onde estávamos. De longe (pre)vi o tombo, e até hoje não faço ideia como aconteceu, mas consegui puxá-la pelo bracinho, me joguei no chão e ela caiu em cima de mim. Ralei todas as minhas costas e ela... chorou porque se assustou, mas não teve um arranhãozinho.
Já a Olivia vive caindo, se batendo, toda roxa. Hoje mesmo, eu fui fazer xixi (e levo ela junto pro banheiro porque onde quer que a coloque, no berço ou na cadeira de comer, ela dá jeito de tentar escapulir e se cair é pior) e ela resolveu pegar um xampu no box. Ontem busquei pela barriguinha, tava quase caindo. Mas hoje ela escorregou e deu de testa na entradinha do box. Não caiu uma lágrima. Dei beijinho, que cura quase tudo, e gelinho pra não criar "galo". O mais fofo foi ela mesma segurando o gelinho. Passava na testa, na cabeça, até parar na boca.
Comigo acontece assim, com a Olívia sou mais descansada do que era com a Nina.
E contigo, rola assim também?
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